quarta-feira, 9 de abril de 2008

Amor – vocação da alma e do coração.

Duas cabeças, duas ou mais sentenças.
O erro é quando as pessoas desejam transformar umas as outras, ou querer se projetar no outro. Vasto engano, atraente são as diferenças e o aprendizado alcançados.
O amor é transformador, capaz de libertar e também de aprisionar. Somos capazes de inúmeras atrocidades quando “embriagados” por ele. Todos os conceitos se desfazem diante dele, passamos anos acreditando que somos responsáveis por nossas atitudes e diante do amor ficamos impotentes, frágeis, desaprendemos tudo o que antes nos era óbvio.
Nos relacionamentos erramos, erramos e tornamos a errar.
Somos “racionais irracionais”. Já passamos por aquele caminho e sabemos que no fim daquela estrada há um abismo e mesmo depois de ter passado por ali tantas vezes, fazemos tudo de novo e repetidamente desabamos em nossas armadilhas. Armadilhas da vida, armadilhas dos sentimentos que são incontroláveis. Somos capazes de fingir que administramos sentimentos, mas jamais de fato ter o controle destes.
Se nos deixarmos vencer pela nossa própria personalidade continuaremos a cometer os mesmos erros tolos, continuaremos a julgar, acreditar que as soluções para os nossos problemas estejam na outra pessoa. Passamos a responsabilidade da nossa felicidade para o outro, infeliz equívoco...
Antes de amar alguém, precisamos amar a nós mesmos, precisamos estar felizes com a nossa solidão, pois é nela que nos encontramos, que aprendemos a nos respeitar.
Se consigo ser feliz comigo, posso ser feliz ao lado alguém e seguir em harmonia o caminho sem que os abismos me absorvam.
E assim seguimos a vida em busca de amor, de felicidade, de razões para deixá-la mais contente.

Janete Guterres.

Um comentário:

Anônimo disse...

por isso seu teu maior fã! boa semana! te adoro!